
sábado, 21 de janeiro de 2012
O que mudou desde aquele dia

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Premier League: Rodada 21
Rodada importante da Premier League neste final de semana. Já entraremos na 21ª rodada da competição e algumas posições importantes na tabela podem ser alteradas. O líder Manchester City não perderá a primeira colocação nesta rodada, mas pode ser alcançado, ao menos em número de pontos, pelo Manchester United. Já o United está ameaçado de perder a segunda colocação para o Tottenham, que tem o mesmo número de pontos na tabela.
Na briga pela última vaga na Champions, o Chelsea pode perder a posição para o Arsenal, que tenta entrar pela primeira vez na zona dos quatro primeiros colocados. O Liverpool, que está a apenas três pontos de distância dos Blues, não poderá chegar à zona da principal competição européia por conta do baixo saldo de gols.
A rodada marca, também, a estréia de Mark Hughes no QPR, tentando melhorar as condições dos recém promovidos na tabela. O QPR é o primeiro time fora da zona do rebaixamento, apenas um ponto a frente do Bolton, primeiro time na zona da degola, e somente três acima do lanterna Blackburn.
Enfrentando o Everton, o Aston Villa poderá contar com seu mais novo e curto reforço: Robbie Keane que, assim como Donovan (adversário da partida de amanhã) e Henry, está emprestado, por dois meses, na parada da MLS.
Confira os jogos da rodada:
Sábado:
Aston Villa x Everton
Blackburn x Fulham
Chelsea x Sunderland
Liverpool x Stoke
Manchester United x Bolton
West Brom x Norwich
Tottenham x Wolverhampton
Domingo:
Newcastle x QPR
Swansea x Arsenal
Segunda:
Wigan x Manchester City
domingo, 1 de janeiro de 2012
Equilíbrio, Emoção e Técnica, a receita do melhor campeonato do mundo

O ano de sucessos e instabilidade de Villas-Boas

O ano de 2011 certamente foi o mais importante na carreira do português André Villas-Boas. Após as conquistas do Campeonato Nacional e da Liga Europa com um futebol muito superior aos adversários pelo Porto, o treinador foi contratado para assumir o Chelsea, tendo além de um currículo recente com títulos, grande semelhança de modo de trabalho do compatriota José Mourinho.
Assim como Guus Hiddink, o atual treinador do Real Madrid foram os últimos a gozar de prestígio da direção e torcida do Chelsea – mesmo Mourinho tendo sido demitido por Abramovich. A chegada de Villas-Boas ao Chelsea pode ser considerada como a de um importante jogador, afinal foram precisos 15 milhões de libras para tirá-lo de Portugal - 8 milhões a menos do que a principal contratação entre os atletas para esta temporada, o espanhol Juan Mata.
A trajetória de Villas-Boas pelo Chelsea, cercada de expectativa, teve desde o início pontos altos e baixos. Nas primeiras cinco partidas pelo Campeonato Inglês foram duas vitórias, dois empates e a derrota para o Manchester United, por 3x1, com um raro gol de Fernando Torres para os londrinos, este um dos principais problemas para o português tentar resolver.
Na Champions League, a classificação por algumas vezes correu o risco de escapar. Após o empate com o Genk, na Bélgica e a derrota para o Bayer Leverkusen, na Alemanha, rondava por Stamford Bridge uma possível demissão do treinador. Não seria estranho tratando-se da necessidade imediata por resultado de Abramovich. Um erro que não se confirmou.
Os últimos jogos do Chelsea resumem um pouco da campanha neste ano. Depois de quebrar a invencibilidade do Manchester City, empates com os fracos Wigan e Fulham, além do bom resultado por 1 a 1, contra o Tottenham, em White Hart Lane. E para fechar o ano uma derrota para o Aston Villa, em Stamford Bridge, por 3 a 1.
Ao contrário da velocidade em que as coisas acontecem na vida do treinador de 34 anos, desta vez o título da Premier League não deve se concretizar e não demonstra força para conquistar a inédita Champions League. Porém, a base está sendo montada para a próxima temporada, com a finalidade de ter um time menos instável do que o ano de Villas-Boas.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Wenger e sua decepção mais cara

A trajetória de Àrsene Wenger pelo Arsenal é marcada pela contratação de jovens jogadores com bom potencial para crescimento. Com isso, os times mais recentes dos Gunners são formados por atletas sem grande experiência, mas com qualidade suficiente para fazer o clube permanecer na briga por competições europeias, e por vezes até o título, mesmo com investimento inferior mediante aos rivais.
São raros os momentos em que o manager francês esteve disposto a pagar uma grande quantia em dinheiro para trazer algum jogador. E justamente uma das principais contratações pode deixar o clube no próximo período de transferência sem deixar em Londres muita saudade, gols e nenhum título.
O russo Andrey Arshavin foi contratado do Zenit, em 2009. O valor pago de 12 milhões de libras pretendia trazer um atleta que destacou-se em conquistas nacionais pelo time russo e da então Copa da Uefa 2007/08 – hoje Liga Europa. Mas a realidade na Inglaterra foi outra.
Arshavin teve momentos de destaque com boas atuações pelo time de Wenger, principalmente nos quatro gols marcados no empate contra o Liverpool, em Anfield, em 2009, pouco depois de sua chegada. Mas partida como aquelas foram poucas. A instabilidade marcou – ou está marcando – a passagem do russo pelo Arsenal, com média de pouco mais de um gol a cada quatro partidas.
A possibilidade de retorno de Arshavin para o Zenit pode acontecer, principalmente pelo interesse do Arsenal em Podolski. Caso aconteça, será a decepção mais cara de Wenger, tão criticado por apostar em promessas.

